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Soja: Mercado futuro trabalha do lado positivo da tabela nesta 3ª feira em Chicago Publicado em 08/10/2019 12:04
08/10/2019

Soja: Mercado futuro trabalha do lado positivo da tabela nesta 3ª feira em Chicago

Nesta terça-feira (08), as cotações da soja estão trabalhando do lado positivo da tabela na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 11h50 (Horário de Brasília), os principais vencimentos operam com valorizações de 2,75 a 3,50 pontos. O contrato novembro/19 operava a US$ 9,18 por bushel, o janeiro/20 estava cotado a US$ 9,32 por bushel e o março/20 trabalhava a US$ 9,44 por bushel.

Segundo as informações do Bryce Knorr, da Farm Futures, os mercados de grãos parecem preocupados com o que vai acontecer nos próximos dias. “Os preços da soja estão caindo, pois continuam com a tendência de pessimismo da sessão desta segunda-feira, na qual reflete a próxima rodada de negociações comerciais de alto nível EUA-China em Washington, DC, no final da semana”, comenta.

De acordo com a Reuters Internacional, o governo dos Estados Unidos ampliou sua lista negra de comércio para incluir algumas das principais startups de inteligência artificial da China, punindo Pequim por tratar as minorias muçulmanas e aumentando as tensões antes das negociações comerciais de alto nível em Washington nesta semana.

Ainda segundo as informações da Farm Futures, a qualidade da colheita caiu frente a semana passada e com tempestades prejudiciais à espreita no final desta semana (para não mencionar o relatório estimativas mundiais de oferta e demanda agrícola de outubro). “Haverá muitas oportunidades para reverter essa tendência, dependendo de como o resto da semana se desenrola”, afirma Knorr.

Nesta segunda-feira (07), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou que a colheita de soja passou de 7% concluída em uma semana para 14%. “Isso ainda está bem atrás do ritmo de 31% de 2018 e da média de cinco anos de 34%, no entanto. Setenta e dois por cento da colheita estão deixando cair as folhas, contra a média de cinco anos de 87%”, destacou Knorr.

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Por: Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas